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As células-tronco embrionárias e o abortamento, vistos por um católico apostólico romano


Ultimamente estamos a ouvir falar em demasia das chamadas células-tronco embrionárias, as quais, segundo alguns, se empregadas em experimentos, serão indispensáveis para manter a esperança de cura de doenças ou deficiências físicas. E seus defensores, na tentativa de encontrar argumentos, levantam a bandeira da inviolabilidade do direito de viver com dignidade. E, de igual maneira, utilizam-se de chavões do tipo: obscurantismo da medicina, ciência arcaica, Igreja Católica medieval, verbi gratia, para tachar aqueles que se opõem ao uso dessas células para “pesquisas”. Tais defensores ainda valem-se da mídia de forma emocional, como se suas vidas ou bem estar - ou de terceiros - dependessem exclusivamente da decisão do Supremo Tribunal Federal que poderá dar a eles a vitória tão sonhada, o que, pelas tendências dos votos, até deverá ocorrer. Rogamos que o voto do Ministro Carlos Alberto Menezes Direito e de outros ou a Ação Direta de Inconstitucionalidade, proposta pelo Doutor Cláudio Fonteles, ex-Procurador Geral da República, venham a derrubar a legislação que autoriza o uso de embriões humanos para pesquisas científicas.

E como é possível esquecer o desfile de cadeiras de rodas nos corredores de prédios de Brasília para tentar sensibilizar nossos legisladores e ministros, bem como a opinião pública em geral? Asseguram ainda tais defensores não existir qualquer sacrifício de vida humana com o manuseio de células-tronco embrionárias, pois não seriam utilizadas em pesquisas muito antes da formação do sistema nervoso. Por fim, embasados nessa esperada decisão, poderão os paladinos das pesquisas com células-tronco embrionárias angariar a cura e o fim dos sofrimentos de inúmeras almas. A ciência, dessa forma, daria as respostas para os mistérios da vida. Mas não podemos olvidar que o diabo nunca cumpre o que promete. A defesa ardorosa do manuseio de células-tronco embrionárias pode ser considerada como fruto do secularismo ideológico e prático em que está mergulhado o nosso mundo e que precisa, com urgência e seriedade, ser discutido amplamente pelos católicos ou por todos aqueles que procuram resguardar a vida e a palavra de Deus.

As sociedades do século XXI, aliás, já de longa data, são fortemente influenciadas pelo hedonismo, ciências e tecnologia, tendo sido encarnado nelas o culto da extrema eficiência e do tecnocratismo, que, infelizmente, por diversas vezes, passam ao largo de valores reais de solidariedade e amor à vida. E as informações, muitas vezes, são direcionadas com o objetivo de atender interesses, não de divulgar fatos. Fica fácil compreender porque não se discute com igual grandeza, na chamada mídia, os malefícios que células-tronco - ainda incipientes - podem trazer para o ser humano – como o câncer - como já alardeado por pesquisadores - ou porque não se incrementar pesquisas com células adultas, estas sim comprovadamente eficazes em mais de 70 tratamentos de saúde, como bem dito pelo jornalista Nelson Ramos Barreto à Agência Brasil em 4 de março de 2008 e sem qualquer estigma de natureza moral.

Lamentavelmente, como já dito, tais informações são ministradas de forma mais tímida. É certo também estar a humanidade refém do positivismo e do agnosticismo e falar de Deus e de vida plena hoje parece obsoleto ou até insólito para algumas pessoas. Mas é justamente o avanço da ciência que começa a criar obstáculos aos fomentadores da cultura de morte em que vivemos. Podemos assim falar de Deus e de sua palavra sem nos distanciarmos da ciência. Já no início do século XIX, com o aumento da qualidade dos microscópios, foi possível contemplar a fecundação e o desenvolvimento embrionário. Pouco mais de um século depois, em 1953, dois cientistas, um americano e um britânico (respectivamente os Doutores James Watson e Francis Crick), descobriram a estrutura e a molécula do DNA. E pelo DNA constata-se iniciar-se a vida humana na concepção. Com a fecundação do óvulo da mulher pelo espermatozóide do homem, de forma integral, as características do futuro ser humano já estão presentes.

Podemos deduzir ser a vida um processo contínuo e por isso não permite qualquer interrupção. A nova vida é transmitida com a união dos gametas e a partir desse momento qualquer parada no processo de desenvolvimento do embrião, seja natural ou não, resulta em abortamento. Daí a inverdade proferida pelos abortistas disfarçados de não ser aborto o sacrifício das células-tronco embrionárias, pois para eles é incerto o começo da vida humana. Esta somente principiaria – ainda segundo eles – com o surgimento do sistema nervoso, como se não existisse vida em seres muito simples, desprovidos desse sistema. Para outros abortistas não se pode considerar o embrião como um ser vivo. Tal posição atende apenas a compreensão de pessoas incautas, pois a vida não pode ser originada de um ser sem vida. Ademais a vida não é gerada quando da união dos gametas masculino e feminino. A vida é, de fato, transmitida de um ser para outro e esse novo ente passa a deter imediatamente informações genéticas próprias. Teria algum desses abortistas nascido, se os gametas já fecundados de suas mães tivessem sido manipulados em pesquisas com poucas horas ou dias?

Na realidade, para obter-se aprovação de medidas drásticas contra a vida em países cristãos, que o digam Espanha e Portugal, é preciso trapacear, criar embustes, confundir. Por exemplo, inventam-se números para justificar a legalização do aborto. E isso é até fácil. Divulgam-se em telejornais, jornais e revistas periódicas números de adolescentes e mulheres adultas que morreram em virtude de cirurgias de aborto, executados estes em clínicas clandestinas. Não obstante, esses dados estão totalmente divorciados da verdade, números muito acima do que realmente ocorre, o que justificaria legalizar o aborto para “poupar” vidas inocentes. E quem está a dizer isso não é o autor deste texto, mas o Doutor Bernard N. Nathanson, fundador de uma das instituições mais importantes dos Estados Unidos para a venda do aborto. Este médico, que sem exagero poderia ser considerado o Dr. Menguele da segunda metade do século XX, agia na companhia de mais dois defensores do aborto em seu país, o Senhor Lawrence Lader e uma mulher membro do movimento feminista americano.

Transcrevemos aqui pequeno trecho de seu relato, publicado na revista espanhola FUERZA NUEVA: “Em 1968, quando organizamos o movimento calcula-se que menos de 1% era partidário da liberação do aborto, ou seja, de 100 pessoas, 99 estavam contra e nosso orçamento era de 7.500 dólares anuais enquanto em 1982 já se aproximava de um milhão de dólares. Vou explicar-lhes como estabelecemos o plano para convencer esses 199 milhões de pessoas em um país de 200 milhões para que o aborto fosse aceito. As táticas que vou explicar são seguras e, além disso, são as mesmas que se estabeleceram em outros países e também as que se utilizam na Espanha e nas demais nações. Serviram-nos de base duas grandes mentiras: a falsificação de estatísticas e pesquisas que dizíamos haver feito e a escolha de uma vítima que afirmasse que o mal do aborto não se aprovaria na América do Norte. Essa vítima foi a Igreja Católica, ou melhor, dizendo, sua hierarquia de bispos e cardeais. Quando mais tarde os pró-abortistas usavam os mesmos "slogans" e argumentos que eu havia preparado em 1968, ria muito porque eu havia sido um de seus inventores e sabia muito bem que eram mentiras.

Falsificação das estatísticas

É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do engano e da grande mentira se repete constantemente acaba sendo aceita como verdade. Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos, inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda.

Em 1966 a guerra do Vietnam não era muito aceita pela população. A Igreja Católica a reprovava nos Estados Unidos. Então escolhemos como vítima a Igreja Católica e tratamos de relacioná-la com outros movimentos reacionários, inclusive no movimento anti-abortista. Sabíamos que não era bem assim mas, com esses enganos pusemos todos os jovens e as Igrejas Protestantes, que sempre olhava com receio a Igreja Católica, contra ela. Conseguimos inculcar a idéia nas pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os "maus".

Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos, progressistas, liberais e mais esclarecidos. Posso assegurar-lhes que o problema do aborto não é um problema do tipo confessional. “Eu não pertenço a nenhuma religião e em compensação estou lhes falando contra o aborto”. O Doutor Bernard N. Nathanson atualmente é um dos médicos que mais combate o aborto nos Estados Unidos e está jurado de morte no seu próprio país. Atuava no Centro de Saúde Sexual (CRANCH), localizado ao leste de Nova York. Continuemos com a transcrição de trecho de seu relato: “Tinha 10 salas de cirurgia e 35 médicos sob minhas ordens. Realizávamos 120 abortos diários, incluindo domingos e feriados e somente no dia de Natal não trabalhávamos. Quando assumi a clínica estava tudo sujo e nas piores condições sanitárias. Os médicos não lavavam as mãos entre um aborto e outro e alguns eram feitos por enfermeiras ou simples auxiliares. Consegui modificar tudo aquilo e transformá-la em uma clínica modelo em seu gênero, e como Chefe de Departamento, tenho que confessar que 60.000 abortos foram praticados sob minhas ordens e uns 5.000 foram feitos pessoalmente por mim.

Lembro que numa festa que organizamos algumas esposas dos médicos me contaram que seus maridos sofriam pesadelos durante a noite e, gritando, falavam de sangue e de corpos de crianças cortados. Outros bebiam demasiadamente e alguns usavam drogas. Alguns deles tiveram que ser visitados por psiquiatras. Muitas enfermeiras se tornaram alcoólatras e outras abandonaram a clínica chorando. Foi para mim uma experiência sem precedentes.

Em setembro de 1972 apresentei minha demissão porque já havia conseguido meu objetivo, que era colocar a clínica em funcionamento. Naquela época, digo sinceramente, não deixei a clínica porque estivesse contra o aborto; deixei-a porque tinha outros compromissos a cumprir. Fui nomeado Diretor do Serviço de Obstetrícia do Hospital de São Lucas de Nova York, onde iniciei a criação do serviço de Fetologia. “Estudando o feto, no interior do útero materno, pude comprovar que é um ser humano com todas suas características a quem deve ser outorgado todos os privilégios e vantagens que desfruta qualquer cidadão na sociedade ocidental”.

O aborto é uma mentira e está a ser vendido como medida saneadora da sociedade. A morte legal, assim, justificaria a manutenção da vida. Há formas adocicadas de se justificar um crime. Ademais, como acima reconhecido, cria-se um vilão. Diz-se em bom tom ser esse vilão um ser retrógrado, ultrapassado, a viver fora da realidade e ainda na Idade Média. E esse vil ser é sempre a Igreja Católica (ou o papa, bispos, padres etc.), justamente por ser essa uma das poucas instituições a colocar-se de forma incisiva a favor da vida plena e digna do ser humano. E com praticamente ninguém gosta de ser comparado a um retrógrado, principalmente o jovem, passa a ser simples manipular sua opinião. Tudo isso aliado a uma mídia, muitas vezes ateísta e preconceituosa, consegue-se nos países cristãos a aprovação de crimes como o aborto. E é justamente isso – e somente isso - que os paladinos do uso de células-tronco embrionárias em experimentos estão a desejar. É difícil acreditar pretenderem eles obter curas ou o bem-estar do ser humano, pois, por estarem bem informados, são sabedores de sua impossibilidade. Objetivam, isto sim, alcançar a legalização plena do aborto, mas esta deve vir em etapas, pois de uma vez só é muito custoso, praticamente impossível. A opinião pública precisa ser trabalhada paulatinamente e sempre com doses de inverdades, ministradas de forma emotiva.

Um pequeno exemplo são os tais desfiles de cadeiras de rodas em Brasília, em suntuosos prédios públicos diante das câmaras de televisão e máquinas fotográficas de jornalistas, a proferirem seus idealizadores palavras de ordem contra a Igreja Católica. Lamenta-se profundamente o uso de deficientes físicos, os quais, com toda razão, alimentam esperanças de diminuição de seus sofrimentos quando não de cura, mas acabam sendo empregados para comover telespectadores, muitos dos quais costumam ficar horas e horas diante de um televisor, habituados tão somente a deleitar-se com personagens de telenovelas ou mandar para o paredão - pelo telefone - outras criaturas, selecionadas a dedo e muito bem remuneradas para atuar nos BBBs da vida. Concomitantemente indigita-se a Igreja Católica como antiquada, a colocar-se sempre contra os avanços da ciência moderna.

Com essa fórmula, sem muito trabalho e custo, consegue-se recrutar simpatizantes, os quais, em pouquíssimo tempo, colocam-se ao lado dos abortistas e, por conseqüência, contra aqueles que os criticam, pois, como acima dito, ninguém gosta de ser taxado de arcaico ou obsoleto, principalmente quando se está a vender a falsa imagem de paladino da vida ou do bem estar de deficientes físicos. A farsa está assim muito bem travestida. A população, manipulada como um títere pela grande mídia e por falsos interesses, pressiona as autoridades constituídas. E a partir daí sanciona-se qualquer coisa. Depois para legalizar o aborto é apenas um pequeno passo, basta repetir a mesma propaganda. Foi assim que se aprovou o aborto em Portugal, Espanha e Canadá.

No Brasil não deverá ser diferente. Não obstante, não se costuma falar sobre as graves seqüelas psicológicas que suportam as mulheres que se submeteram ao aborto, ou mesmo os profissionais da saúde, como enfermeiros e médicos que atuam em clínicas especializadas e deparam-se diuturnamente com corpos de fetos mutilados. Isso nunca é dito. Também não se expõe ao público angariarem as clínicas de aborto bom dinheiro com a venda dos restos dos fetos para a indústria de cosméticos. Mas por qual motivo alguém seria realmente a favor do aborto? A resposta mais uma vez está no dinheiro.

Na cultura de morte em que vivemos, principalmente nos países marxistas ou com tendências para tal regime, onde a família, a tradição, a propriedade e a religião são vistas com muita desconfiança, quando não tratadas com hostilidade declarada, o controle da natalidade é um imperativo. Além disso, abalar (ou até aniquilar) a estrutura familiar é forma eficiente de manipular a sociedade, em todos os seus aspectos. Se você duvida disso, observe os programas exibidos na maioria dos canais de televisão do mundo inteiro, principalmente no nosso país, e passe a observar que valores estão a ser arduamente defendidos e propagados: divórcio, adultério, uso exacerbado de bebidas alcoólicas, falta de respeito para com pais e professores, a busca da fama a qualquer preço, o consumismo sem limites, a comicidade a envolver personagens religiosos, como padres e freiras, promiscuidade sexual etc. Sem mencionar aberrações: casamentos e beijos homossexuais, os quais já começam a freqüentar os horários nobres das televisões, bem como o ensino nas escolas, como se o homossexualismo fosse algo a ser incutido como normal na cabeça de milhões de crianças e adolescentes, o público alvo, sob o disfarce de combate à homofobia.

Não estamos a descriminar ou ridicularizar o homossexual, seja masculino ou feminino, até porque tal conduta não é cristã, mas não podemos inverter valores, como querem alguns políticos e artistas. Família é homem, mulher e prole, e isso nunca poderá ser alterado. É bíblico, é divino, é verdadeiro, portanto, imutável. Mas retornando ao aborto já está sedimentado que a economia de um país, como incutido na cabeça dos governantes de quase todo o mundo, somente será próspera se os índices de natalidade forem rigidamente controlados, o que possibilita empregar o dinheiro das previdências sociais, por exemplo, em outros rincões. Com uma população menor – outro exemplo – fica mais fácil para grandes grupos econômicos internacionais ocuparem vastas regiões de natureza selvagem do chamado terceiro mundo – pouco habitadas – a permitir assim, sem maiores dificuldades (sem resistências) e com baixos custos, a exploração econômica do local, usando ainda como fachada grupos que dizem ser defensores do meio ambiente. Quanto menos gente no caminho melhor.

Tudo isso já era largamente debatido logo após o término da Segunda Grande Guerra Mundial, e recentemente (1989) foi descartado o chamado Relatório Kissinger, também conhecido como programa NSSM 200, o qual, dentre diversos assuntos, previa estratégia de redução da população dos países do terceiro mundo para melhor controle econômico e cultural por parte da nação que o idealizou. Hoje, como um dentre diversos exemplos, temos a IPPF, Federação Internacional de Planejamento Familiar, apontada como a maior organização privada internacional, cujo escopo é controlar a população, mas, segundo o site abaixo indicado, com conotações racistas. Mantém quase 150 filiais espalhadas pelo mundo inteiro e no Brasil a BEMFAM, sua afiliada, recebe um orçamento médio de 2 milhões e meio de dólares por ano para desenvolvimento de seus desígnios (Strategy for the Development of Sex Education in Latin America. A Study by an Expert Commission convened by IPPF/WHR. New York, October, 26-28, 1976, mencionado no site www.acidigital.com/vida/aborto/legalização.htm). Nesses programas é o aborto o meio considerado mais eficiente para controle de natalidade.

Conclusão

É pecado matar, não obstante seja essa palavra considerada piegas em um mundo dotado de alta tecnologia, mas nem por isso inaplicável. O pecado do homicídio brada ao Céu e clama a Deus por vingança (Gen. 4,10). Não se pode olvidar ir de encontro às leis de Deus qualquer procedimento que tenha por escopo extirpar a vida humana. Rejeitar isso é cair em vícios e negar a própria origem divina do ser humano. É somente Deus que gera a vida. E somente Deus pode tirá-la. Violar essa lei não é somente ir contra os mandamentos da Trindade Santa, mas também se choca com a natureza humana, que é bela, verdadeira e boa. E muita coisa vai ruir nas nossas cabeças se continuarmos a consentir com a cultura de morte em que está mergulhado o mundo contemporâneo.

Seres humanos inocentes – mesmo na forma embrionária - não podem ser sacrificados em nome de um pretenso bem estar econômico, encoberto por falsas promessas de cura e melhoria de vida. Legalizar a pesquisa com células-tronco embrionárias é um erro e tornará comum um pecado gravíssimo. E tudo o que é construído no erro, na vaidade, na corrupção, na inverdade, mais cedo ou mais tarde, acaba por ser destruído, a gerar muito sofrimento para todos. E o Brasil terá se tornado formalmente uma nação inimiga de Deus (Revmo. Pe. Lodi, presidente do movimento “Pró Vida” de Anápolis, Goiás). Oxalá isso não ocorra.


Álvaro Nascimento Cunha

data do artigo: 26/05/2008
Juiz de Direito titular da 2ª Vara Criminal e Execuções Penais de Araguaína. Aluno da Escola Diaconal São Lourenço de Palmas/TO.

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Álvaro Nascimento Cunha



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