CNBB
Principal>>

Artigos


A Eucaristia e a Espiritualidade Conjugal


Torna-se desnecessário aprofundarmos o tema EUCARISTIA, pois sendo tema central deste Encontro, por certo já foi fartamente abordado pelos palestrantes que nos precederam. Cabe a nós então, apresentar a ligação, o relacionamento entre a EUCARISTIA e a ESPIRITUALIDADE CONJUGAL.

Lembrando o querido e saudoso João Paulo II na conclusão do documento Ecclesia de Eucharistia , " cada esforço de santidade, cada iniciativa para realizar a missão da Igreja, cada aplicação dos planos pastorais deve extrair a força de que necessita do mistério eucarístico e orientar-se para ele como o seu ponto culminante.Na Eucaristia temos Jesus, o seu sacrifício redentor, a sua ressurreição, temos o Dom do Espírito Santo, a adoração, a obediência e o amor ao Pai. Se transcurássemos a Eucaristia, como poderíamos dar remédio à nossa indigência?"

Vivemos o Ano da Eucaristia; o sínodo dos Bispos que se realiza em Roma tem como tema "A Eucaristia: fonte e ápice da vida e da missão da Igreja." Portanto não há como falar-se em família, em união conjugal, sem reportar-nos à importância da Eucaristia para a vida dos cônjuges e da família cristã.

Na Carta Apostólica "Mane nobiscum domine", João Paulo II deixa-nos como preciosa herança espiritual sua exortação a valorizar a alegria do encontro fraterno, o sacrifício da nossa aliança pela entrega de Cristo, o penhor de vida feliz, que nos mantém firmes na esperança em meio às vicissitudes quotidianas."

A exortação Apostólica "Familiaris consortio" afirma que no projeto de Deus "a vocação universal à santidade é dirigida também aos cônjuges e aos pais cristãos."

O sacramento do matrimônio que retoma e especifica a graça santificante do batismo é a fonte própria e o meio de santificação dos cônjuges. Portanto, o SIM pronunciado pelos dois não é algo passageiro. É o portal que introduz a uma vida permanente de santificação mútua. O Dom de Jesus Cristo não se esgota na celebração do matrimônio, mas acompanha os cônjuges ao longo da sua existência. Jesus permanece com eles, para que, assim como Ele amou a Igreja e se entregou por ela, de igual modo os cônjuges, dando-se um ao outro, se amem com perpétua fidelidade.

Por esse motivo, os esposos cristãos são fortalecidos e como que consagrados em ordem, aos deveres do seu estado por meio de um sacramento especial, cumprindo a missão conjugal e familiar, penetrados do espírito de Cristo que impregna toda sua vida de fé, esperança e caridade, avançam sempre mais na própria perfeição e mútua santificação e cooperam assim, juntos para a glória de Deus. (DPF 303)

Não se pode construir uma espiritualidade conjugal e familiar esquecendo-se das tarefas primordiais próprias da vida conjugal e familiar.

"E como do sacramento derivam para os cônjuges o Dom e a obrigação de viver no quotidiano a santificação recebida, assim do mesmo sacramento dimanam a graça e o empenho moral de transformar toda a sua vida num contínuo sacrifício espiritual" (FC 56)

O amor conjugal precisa crescer no mesmo ritmo que o amor a Deus. Para crescer, tem que renovar-se. Santo Agostinho diz que o amor não pode parar; se não se renova o combustível, o fogo do amor se apaga.

O sacramento do matrimônio coloca Jesus entre os esposos, de tal forma que quando se amam, estão amando a cristo e quando dialogam, estão dialogando com cristo, pois o Senhor os escuta e lhes responde com a sua graça e a sua ajuda. Até mesmo a sexualidade ordenada para o amor conjugal " se torna um sinal e um penhor de comunhão espiritual." (CIC 236)

Os que foram chamados por Deus para formar um lar devem amar-se com aquele amor entusiasmado dos primeiros tempos, lembrando-se sempre que "O que Deus uniu, o homem não separe." (Mt 19) Não podem se abalar quando chegam as dores e as dificuldades. O espírito de sacrifício, o amor à cruz é indispensável para o crescimento da espiritualidade conjugal.

Devemos lutar para vencer o egoísmo que nos leva a pensar que só nós estamos certos; abrir os olhos e a mente par compreender o outro, aceitar suas limitações e seus defeitos (duas mochilas).

Eucaristia e espiritualidade conjugal

A Eucaristia é "fonte e ápice de toda a vida cristã" . Os demais sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à sagrada Eucaristia e a ela se ordenam. Pois a santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, a nossa Páscoa." ( CIC 1324)

Espiritualidade conjugal : Espiritualidade não quer dizer alguma coisa desencarnada, ou uma realidade vivida apenas por sacerdotes, religiosos e místicos. Não é distante da realidade. Por sua espiritualidade conjugal o casal exprime ajuda mútua na busca de Deus, completa-se, um se apóia no outro, um é responsável pelo crescimento espiritual do outro, passa valores cristãos para os filhos e para o mundo. Ponto importante da vivência espiritual é a Eucaristia e a recepção regular e consciente dos sinais dos sacramentos, a caridade, a prática da justiça, a vivência da partilha e da oração.

Para alimentar nossa espiritualidade, devemos ter um cantinho de oração no lar, práticas de piedade( orações antes das refeições, ângelus, terços, etc.)

A vida sacramental é indispensável para a espiritualidade conjugal e familiar. Segundo expressão do concílio Vaticano II, "o centro e a raiz da família é a Eucaristia. Ela é a fonte própria do matrimônio cristão. Representa a aliança de amor de Cristo com a Igreja. E é neste sacrifício que os cônjuges cristãos encontram a raiz da qual brota a sua aliança conjugal.

Sabemos dos desafios e das ameaças sofridas pela família no mundo de hoje. É claro que também vocês, diáconos permanentes, que participam de modo especial na missão e na graça de Cristo mas que têm as suas esposos e seus filhos, sofrem também as mesmas ameaças. Vamos fazer uma pequena reflexão sobre a situação da família:

Há quase 04 décadas, havia um modelo único de família. Ela era patriarcal, numerosa, marcada pelo padrão cristão de uma sociedade rural, onde a mulher apenas se dedicava aos serviços domésticos e aos cuidados com os filhos; as únicas informações que os filhos recebiam eram dos pais e avós. Veio a era industrial, o êxodo rural, a revolução feminista, o uso dos anticoncepcionais, e a globalização. Um fator importante nessa transformação é o ingresso da mulher na Universidade e no mercado de trabalho; para tanto, apesar de galgar aos poucos a sua independência, submete-se à dupla jornada de trabalho: fora de casa no escritório, na empresa, no consultório e dentro de casa, nos serviços domésticos. A ausência da mulher em casa interfere na interação com os filhos que vêem-se submetidos à influência da mídia, notadamente da TV que está em todos os lares e ainda a internet, os videogames, com cenas de violência, sexo e erotismo exagerados, amplamente difundidos pelos programas de auditórios, novelas, Big Brothers, e outros .

A família tem passado por uma grande transformação. As relações e expectativas mútuas entre pais e filhos, os laços entre irmãos, o senso e a imagem da família perdem sua confortável imobilidade. Os firmes valores do passado se esvaziaram. As convicções políticas, os amores patrióticos, a certeza das virtudes e a fé na recompensa são esteios que o homem vê desmoronar em guerras, corrupções e injustiças.

A Exortação apostólica Familiaris Consortio na sua primeira parte já nos falava de luzes e sombras da família de hoje .

São muitas as sombras que se transformam em verdadeiros desafios para a família:

  1. o impacto do secularismo e do indiferentismo religioso sobre a família ( o secularismo que nos propõe uma civilização de consumo, o hedonismo, a ambição de poder e a indiferença religiosa que pode trazer como consequência para a sociedade e a família uma conduta social baseada no relativismo ético)
  2. A má influência dos meios de comunicação ( é necessário que os pais despertem nos filhos o senso crítico para discernir o que é bom e o que não é, e não se deixem massificar pela mídia e seus programas nocivos, que desvalorizam a família e favorecem o consumismo e os contra valores)
  3. Os ataques à vida ( descriminalização do aborto / uso de células tronco embrionárias) (A Declaração sobre EXIGÊNCIAS ÉTICAS EM DEFESA DA VIDA da 43ª Assembléia Geral da CNBB nos adverte sobre iniciativas do Executivo, do Legislativo e do Judiciário contra a vida humana, manifestando sua discordância com essas posições dos Poderes Públicos. )
  4. O número crescente de separações e divórcios (fato preocupante em nossos dias, que nos diz que é mais necessária do que nunca uma boa preparação para o matrimônio e para a vida familiar, desde uma preparação remota até o acompanhamento aos recém-casados)
  5. A carência econômica (desemprego, miséria e fome) (constitui também uma ameaça às famílias, pois sabemos que em muitas faltam os meios essenciais para a sobrevivência, como o alimento, o trabalho, a habitação, os medicamentos, o que traz a falta de esperança numa mudança de políticas públicas ou de reformas indispensáveis para conseguir-se a mínima dignidade humana)
  6. A dificuldade dos pais em educar os filhos em lhes transmitir valores (muitos pais hoje se encontram perdidos pelas mudanças sociais que propiciam uma nova cultura, que influi nos hábitos, valores e comportamentos. Não conseguem impor limites aos filhos, deixando-os também desnorteados)
  7. A falta de tempo e do diálogo familiar (Hoje a competitividade nos faz correr e os pais não têm mais tempo para conviver com os filhos no dia-a-dia. A modernidade colabora para o individualismo, o egoismo, a solidão familiar, onde cada filho tem uma televisão ou computador no quarto, o que impede o diálogo )
  8. Uma errada concepção teórica e prática da independência dos cônjuges entre si (Como hoje também a mulher trabalha fora de casa, criou-se uma independência entre marido e mulher, deixando de lado muitas vezes a união conjugal, a cumplicidade, a troca)
  9. As graves ambigüidades sobre a relação entre pais e filhos ( Há inversão ou mesmo deterioração de valores, que desintegram a comunhão familiar )
  10. O elevado número de gravidez na adolescência (O Jornal Estado de Minas publicou estatística em que afirma que 53% de adolescentes de 10 a 14 anos têm sua primeira relação sexual, o que implica no aumento da gravidez precoce, com graves consequências)
  11. O perigo das drogas e outros vícios (São um mal da nossa época, e que tem destruido tantas famílias, notadamente o álcool e outras substâncias )
  12. Outras...

Sendo a família um sistema semi-aberto, ela tem sua estrutura, sua organização, mas sofre as influências externas.

O documento da 43ª Assembléia Geral dos Bispos "Evangelização e Missão Profética da Igreja" nos diz que "A missão da Igreja está unida à leitura dos 'sinais dos tempos', isto é, ao conhecimento dos principais desafios que a vida individual e coletiva deve enfrentar. A avaliação do momento histórico em que vivemos revelou três conjuntos de questões e para cuja solução a Igreja é chamada a contribuir com as luzes da revelação e em especial, os valores do Evangelho.

O primeiro conjunto refere-se às profundas mudanças que tem suas raízes na crise da modernidade. Influenciaram nessa crise o processo de globalização voltado para o mercado, o lucro e o desenraizamento cultural das populações rurais. Deu-se forte alteração na hierarquia de valores, imperando o subjetivismo e a 'ditadura do relativismo'. Há um pluralismo cultural e religioso que caracteriza nossa época.

O segundo conjunto refere-se à exclusão social e nos adverte que é preciso procurar a raiz da exclusão que está na inversão de valores, onde predomina a busca do maior enriquecimento e desrespeito à dignidade humana.

O terceiro conjunto focaliza o avanço da Biotecnologia e as perguntas que surgem sobre a perspectiva ética. E nos afirma que a Igreja é ética ao reconhecer os avanços da ciência e ao afirmar a inviolável dignidade da pessoa humana desde o primeiro momento da concepção. Anuncia o Evangelho da vida recordando que nem tudo que é cientificamente possível, é éticamente permitido, uma vez que o fim não justifica os meios.

A família não pode ficar alienada desta situação tão alarmante. Ela é importante e tem uma missão no mundo:

As Sagradas Escrituras nos dizem que a família estava nos planos de Deus Criador. O livro do Gênesis abre-nos a esta verdade, quando referindo-se à constituição da família afirma que "o homem deixará o pai e a mãe para se unir à sua mulher; e os dois serão uma só carne"(Gn 2,24)

No Evangelho de Mateus, 19,6, Cristo enuncia:"Portanto, já não são dois, mas uma só carne. Pois bem, o que Deus uniu, o homem não separe."

A Constituição Federal no seu art. 226 assim diz: "A família é a base da sociedade"

"A família tem início na comunhão conjugal, que o Concílio Vaticano II classifica como 'aliança', na qual o homem e a mulher 'mutuamente' se dão e recebem um ao outro" (Carta às famílias 7 )

"A família cristã é chamada a santificar-se e a santificar a comunidade cristã e o mundo" (FC55)

"A família, de fato, pode e deve se tornar lugar privilegiado para realizar essa missão evangelizadora." ( Dir.PF 361)

"A Igreja doméstica é chamada a ser um sinal luminoso da presença de Cristo e do seu amor mesmo para os afastados, para as famílias que ainda não crêem e para aquelas que já não vivem em coerência com a fé recebida. É chamada "com o seu exemplo e com o seu testemunho a iluminar aqueles que procuram a verdade." (DPF 362 - AA, n 30 e FC54)

"Cristo quis nascer no seio da Sagrada Família de José e Maria. A Igreja não é outra coisa senão a 'família de Deus.' (Cat. 1655)

"Diante do perigo da massificação, o indivíduo tem ainda na FAMÍLIA um apoio fundamental, embora ela também esteja menor, reduzida ao seu núcleo, mais frágil e exposta a rupturas." (Doc.71, 52)

Como vemos, existem sombras, mas também existem luzes. E é nossa missão como família, transmitir aos jovens os valores essenciais da família, pelo testemunho e pelo exemplo.

E diante das sombras, temos na introdução da Carta apostólica Mane nobiscum domine:

"Por entre as sombras do dia que findava e a obscuridade que pairava na alma, aquele Viajante era um raio de luz que fazia despertar a esperança e abria os seus ânimos ao desejo da luz plena. 'Fica conosco´- suplicaram. E Ele aceitou. Pouco depois o rosto de Jesus teria desaparecido, mas o Mestre permaneceria sob o v[eu do 'pão partido', à vista do qual se abriram os olhos deles."

O Diretório da Pastoral Familiar nos coloca a Missão da família:

  1. Viver, crescer e aperfeiçoar-se como comunidade de pessoas
  2. Ser santuário da vida, servidora da vida, já que o direito à vida é a base de todos os direitos humanos
  3. Ser célula primeira e vital da sociedade, por natureza e vocação. ( DPF, 449)

Como fazer isso?

Primeiro : em casa, educando os filhos na fé, num ambiente de diálogo, respeito mútuo e oração. ( testemunho )

Incutir neles os verdadeiros valores, muitas vezes contrários aos valores do mundo : o valor da moral, da ética, da religião.. Segundo Kant, filósofo alemão, a ética é oriunda do interior da pessoa, é um procedimento arraigado no íntimo, por isso mesmo praticamente impossível de ser extinto. A ética basta a si mesma. Não precisa de argumento que a justifique. O sujeito é ético , pronto e acabou. Onde os jovens de hoje, futuros homens de amanhã vão aprender quem é Deus, o que é dignidade, o que é Ética, se não aprende com seus pais?

Segundo: através da Pastoral Familiar (adolescentes, jovens, namorados, noivos, casais...)

Podemos ser sal e luz do mundo para outras famílias que ainda não conhecem Cristo, que ainda não vivem em paz.

"A família é luz, alegria e esperança" assim afirmou o Papa João Paulo II no primeiro encontro mundial do Santo Padre com as famílias, em 1994, em Roma. Não podemos perder a fé e a esperança de que a família será de fato responsável pelo futuro da humanidade.

A família , na individualidade de todos os seus membros e no conjunto de todos eles, é imagem da SSMA.Trindade e tem como modelo a Família de Nazaré.

Temos que tomar consciência da nossa missão e superar o medo. Seguir o que Maria pediu nas Bodas de Caná: "Fazei tudo o que Ele vos disser."

Jesus manda que as ondas se acalmem e diz aos apóstolos: "Por que vocês têm medo? Não tenhais medo!"

Somos convidados a participar de uma sociedade justa e solidária, de um mundo de paz. Vamos transformar o desânimo em esperança, as famílias com medo em lares de fé; as famílias que vivem em solidão em lares de amor , solidariedade e comunhão; famílias em desalento em lares de esperança.

Em recente Congresso que participamos no Acre, Dom Joaquim Pertinez, Bispo de Rio Branco, assim se expressou: "vamos içar as velas da paz e deixar o barco andar com a força do Espírito Santo. Se o barco não chega ao porto, não é porque não existe o porto, mas é que o barco está perdido no mar."

E os nossos Bispos nos trazem uma mensagem de esperança ao final do documento da 43ª Assembléia:

"Diante dos desafios, a missão é de enfrentá-los, contando com o auxílio divino; na certeza de que é possível acolher e desenvolver os avanços e rejeitar, com discernimento, os pseudo-valores. O cristão tem a certeza da presença e da ação de Jesus Cristo na História e crê na promessa de vida eterna e feliz."

Não devemos ter medo do futuro. Em Mateus 28,20, é o próprio Cristo que nos diz: "Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo."

Dando à Eucaristia todo o realce que merece e procurando com todo o cuidado não atenuar nenhuma das suas dimensões ou exigências, damos provas de estar verdadeiramente conscientes da grandeza deste Dom. Nos sinais humildes do pão e do vinha transubstanciados nos eu Corpo e Sangue, Cristo caminha conosco como nossa força e torna-nos testemunhas de esperança para todos.

Façamos nossos os sentimentos de Santo Tomás de Aquino, teólogo e cantor apaixonado de Jesus Eucarístico, e deixemos que o nosso espírito se abra também na esperança e contemplação da meta pela qual suspira o coração, sedento como é de alegria e de paz.

"Bom pastor, pão da verdade, tende de nós piedade,
Conservai-nos na unidade, extingui nossa orfandade
E conduzi-nos ao Pai.
Aos mortais dando comida, dais também o pão da vida:
Que a família assim nutrida, seja um dia reunida
Aos convivas lá do Céu. "

Concluimos com um pronunciamento do Papa Bento XVI após ser escolhido como sucessor de Pedro:

" Na alegria do Senhor Ressuscitado, confiados em sua ajuda permanente, sigamos adiante. O Senhor nos ajudará. Maria, sua Santíssima Mãe está do nosso lado. "

(Palestra proferida no XI Encontro Regional de Diáconos e Esposas do Leste II, outubro/2005)

Pedro e Glorinha, Pastoral Familiar

data do artigo: 26/11/2005

voltar

Outros colaboradores