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Propostas para Escolas Diaconais


  • 01. A formação humano-afetiva dos diáconos é um desafio maior: são menos maleáveis, muitos acham que já estão prontos, outros ignoram a necessidade de trabalhar esta área.
  • 02. Entendemos que a maturidade é fundamental e que ela acontece em um processo com duas vertentes:
    1. específica de cada idade;
    2. interdependente e contextual.
  • 03. Jesus é sempre o modelo de maturidade, por ser um homem íntegro, homem do afeto que se deixa afetar sem medo de perder a sua identidade.
  • 04. É necessário organizar um ementário, um curriculum mínimo com os eixos fundamentais para as escolas diaconais.
  • 05. Precisamos de referências bibliográficas.
  • 06. Elaborar uma memória da caminhada; uma síntese dos VII Encontros. Deverá ser impressa e enviada aos futuros participantes destes encontros.
  • 07. O propedêutico é uma experiência positiva e necessária, como forma de fazer a passagem da vida leiga para o diaconato.
  • 08. É preciso saber como envolver as esposas no processo de formação e no ministério, dentro de um justo equilíbrio.
  • 09. A comunidade deve ter conhecimento claro dos critérios de escolha dos candidatos.
  • 10. A equipe de formação (diretor de formação, tutor, diretor espiritual, pároco), o diacônio e o presbitério deverão se empenhar para que os critérios para a formação, inicial e permanente, dos diáconos, em todas as dimensões, sejam reconhecidos e assumidos por todos.
  • 11. A equipe de formação, na sua composição, observe os critérios de interdisciplinaridade e representatividade.
  • 12. Os presbíteros sejam envolvidos na formação e no exercício do ministério diaconal, na escolha, na seleção, através da comissão diocesana, do próprio seminário, dos encontros do clero e na própria equipe de formação.
  • 13. As cinco dimensões da formação deverão receber igual tratamento e valorização, bem como os três níveis de atuação (familiar, profissional e ministerial).
  • 14. Valorizar a ajuda dos profissionais (psicólogos, pedagogos,...), de preferência da própria região.
  • 15. Na vida e no exercício do ministério diaconal, incentivar os grupos de partilha e de vivência; terapia de grupo, unindo diácono e família, diáconos e padres.
  • 16. No exercício do ministério que se respeitem os carismas de cada diácono. Trabalhar bem a questão da obediência e da relação carisma/instituição.
  • 17. Uma experiência positiva tem sido das escolas de teologia para leigos, onde os diáconos se preparam, tendo momentos próprios para sua formação específica.
  • 18. Uma outra experiência válida é de associar o curso de formação a uma universidade.