Nos últimos três meses do ano o Brasil viveu um período especial, um momento único. Um tempo incomum. Surgiu um símbolo de perseverança. Um pouco como aqueles magos que seguiram uma estrela e mesmo com as múltiplas dificuldades do caminho, chegaram até o fim.
A Comissão Nacional de Diáconos também está chegando ao final de quatro anos de serviço. Junto com a Comissão também este Boletim Informativo da Comissão Nacional de Diáconos está praticamente no seu último número. Depois continuará, certamente, com outro rumo e outra história.
Não é hora de apontar as falhas nem os méritos. Também não é hora de despedida. O que neste momento gostaríamos de passar para todos os diáconos e para todos os leitores deste Boletim é que temos necessidade de gente perseverante. Quem assume um cargo, uma missão, uma tarefa, um ministério, que vá até o fim. Quem tem um ideal, um sonho, um compromisso, que vá até o fim.
Quantas vezes relaxamos ou queremos desistir dos compromissos assumidos, justificando de mil e uma formas. É de perseverança que temos necessidade, para cumprirmos a vontade de Deus e alcançarmos o que Ele prometeu (cf. Hb 10,36). Quem perseverar até o fim será salvo (cf. Mt 10,22).