Com este número do Boletim estamos encerrando um ciclo de trabalho. A Comissão Nacional de Diáconos procurou durante quatro anos servir aos seus irmãos diáconos também por meio deste instrumento de comunicação.
Queremos concluir não tnto olhando para trás, mas olhando para o futuro. O nosso Boletim, como a nossa vida diaconal, tem que se firmar, crescer, aperfeiçoar-se.
Sem dúvidas é providencial que ao iniciarmos uma nova etapa estejamos vivenciando um Ano Vocacional. Talvez deve ser este um ano para uma segunda campanha nacional sobre a vocação diaconal, como fizemos a primeira por ocasião do Jubileu dos Diáconos em 2000. Mas ao mesmo tempo poderá ser um ano de aprofundamento da função do diácono como suscitador e promotor de vocações e ministérios. A nova Comissão dará continuidade e aperfeiçoará este instrumento de partilha da vida diaconal. O Boletim poderia neste ano estar totalmente voltado para a questão vocacional. Esta temática poderia ser o assunto central de todos os números deste ano.
O diácono promotor da ministerialidade da Igreja. Cada diácono um promotor do Ano Vocacional. Um protagonista. Inserido nas atividades do ano vocacional da sua diocese. Ativo na Pastoral Vocacional. Animando as Equipes de Pastoral Vocacional. Rezando, incentivando e intensificando a oração pelas vocações. Jesus nos convoca pelo batismo para sermos seus colaboradores. Não tenhamos medo de despertar em nossos irmãos a consciência da convocação batismal para servir aos irmãos. São muitos os necessitados. São muitos os que aguardam uma convocação para servir. Indicar os necessitados, indicar os servidores. Lançar as redes, sem medo, em águas mais profundas. Também na questão da Pastoral Vocacional Diaconal.
O nosso Boletim, a partir deste número e durante todo o Ano Vocacional difundirá notícias, experiências de vida, reflexão teológica, que focalizem a questão vocacional. Desde já, caro leitor, sinta-se convocado para fazer do Ano Vocacional, e do nosso Boletim, uma ocasião e um meio para sermos uma Igreja de Servidores.